terça-feira, 24 de agosto de 2010

Mostra ecológica

O MAM-SP - Museu de Arte Moderna de São Paulo - está com uma exposição ecológica que "aborda a crítica da sociedade de consumo a partir da arte contemporânea".

É até domingo, 29 de agosto. Vou esse final de semana. Parece ser interessante e para aqueles que estiverem em São Paulo eu sugiro esse passeio: MAM e visita ao Parque Ibirapuera.

Maiores informações no site do MAM: http://www.mam.org.br/2008/portugues/exposicaoCartaz.aspx?idSala=1

Júlia Ferreira

sábado, 14 de agosto de 2010

Água e consumo

Para que possamos refletir sobre o impacto de nosso consumo na questão da água é necessário clarificar alguns dados. Não apenas reduzindo o consumo individual ou familiar de água estaremos colaborando para minimizar os riscos que a falta de água pode acarretar à humanidade - apesar de ser urgente que cada um de nós adotemos hábitos permanentes no sentido de diminuir o consumo para uso pessoal. É preciso mais.

Algumas populações percorrem quilômetros para conseguir um mínimo de água; já existem conflitos em países da Ásia e do Oriente Médio pelo uso da água. Além da disponibilidade de água potável correr riscos em função das secas, a poluição dos mananciais é um problema a ser considerado quando se trata dessa questão. É muito recente e pouco efetiva a preservação do corpo hídrico por parte das indústrias e da agricultura e agropecuária com seus efluentes. A falta de saneamento básico adequado nas cidades também é responsável pela poluição de rios e mares.

Os dados são uma pequena amostra de como os produtos que consumimos em nosso dia-a-dia, por necessidade ou por desejo, tem uma importância considerável em nossas escolhas e volta a nos mostrar como somos responsáveis por cada ato em nossas vidas, para diminuir o impacto ambiental.










Por Laiz Ferreira

Almanaque Brasil Sócio Ambiental 2008

National Geographic/Brasil – Dossiê Terra, 2007

Revista Nova Escola – Edição Especial Meio Ambiente, Jun/2010

terça-feira, 13 de julho de 2010

Coleta seletiva de lixo chega a condomínios residenciais.

A conscientização fica mais fácil quando todos moram no mesmo lugar



A preocupação com o meio ambiente não é mais só dos ambientalistas. A população em geral deve fazer a sua parte para diminuir a degradação da natureza e evitar as catástrofes naturais que estão cada vez mais frequentes. Além da questão ambiental, a economia também é favorecida com os trabalhos de reciclagem do lixo. Agora, os condomínios residenciais entram nesta empreitada com os projetos de coleta seletiva do lixo.

Administradoras incentivam síndicos de seus condomínios para aderirem à coleta. A implantação é simples, qualquer prédio ou residência pode fazer a sua parte. Os materiais que devem ser reaproveitados são os de plástico, vidro, papel e metais. A coleta também auxilia na diminuição do volume dos resíduos nos aterros sanitários. Segundo a Prefeitura de São Paulo, os aterros estão cada vez mais lotados e grande parcela desses resíduos poderiam ser evitados através das coletas seletivas.

O Edifício Residencial Luglio, localizado no bairro do Tatuapé, na cidade de São Paulo, começou com apenas duas lixeiras diferentes, uma para lixo orgânico e outra para reciclável. O condomínio disponibilizou para cada andar dois recipientes. “Depois que foram colocadas as lixeiras, eu comecei a me preocupar mais com a reciclagem, me conscientizei da importância de separar os lixos. É um trabalho interessante e eu aprovei a medida no prédio, diz a moradora Margarida Ferreira.

Os frutos da coleta seletiva nos condomínios vão desde ajudar famílias carentes da região que vivem da reciclagem, até ONGs que transformam a matéria prima reciclável em artesanato e geram renda para seus projetos. A economia do país também é beneficiada por esses trabalhos, boa parte da renda de pessoas de classe baixa, atualmente, são complementadas pelos trabalhos de reciclagem.

Dentre as maneiras de utilizar o dinheiro ganho pelo condomínio com a coleta, estão a doação, festas de confraternização, estética do prédio, aquisição de mobílias e materiais esportivos para a área comum do condomínio. “O dinheiro pode também render pequenas reformas nos edifíicios ou casas, sem necessidade de cobrança extra ao condômino”, afirma o administrador de condomínios Vanderlei Antonio Ferreira.


Green buildings

Condomínios antigos, construídos sem projetos de sustentabilidade ambiental, começaram há pouco tempo a se preocupar com os projetos de sustentabilidade. Diferente do que acontece com os novos empreendimentos, esses prédios fazem parte de uma nova geração de construções arquitetadas para auxiliar na economia de fontes de energia. Esses edifícios são conhecidos como Green Buildings.

Entre as ações desenvolvidas estão programas de utilização racional e reuso da água, armazenamento adequado de óleo, coleta seletiva do lixo e alternativas para economia de energia elétrica, além de obras e reformas que possam garantir maior acessibilidade a condôminos com problemas de locomoção.

A administradora de condomínios, Lello Condomínios, desenvolveu um programa de sustentabilidade condominial, chamado Lello Meio Ambiente, que realiza um mapeamento completo do condomínio, e apresenta as ações que podem ser implementadas.

O Instituto Falcão Bauer participa, certifica e elabora o diagnóstico completo das necessidades apontadas. “A preservação, conservação e recuperação do meio ambiente são condições essenciais para a qualidade de vida do planeta. E os condomínios precisam, mais do que nunca, ser envolvidos nesse esforço”, afirma a gerente do produto na Lello Condomínios, Raquel Tomasini.

Por Fernanda Mizzin

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A matéria acima datada de maio de 2010 mostra que bem aos poucos a conscientização ambiental no que diz respeito a reciclagem vai tomando corpo e ganhando adeptos. A jornalista Fernanda mostra pequenas iniciativas dentro de um contexto de uma metrópole como São Paulo que produz 15 mil toneladas de lixo por dia. Apesar de serem atitudes e ações localizadas, têm um impacto positivo e merecem ser seguidas.

Laiz Lourenço Ferreira

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Faz Toda a Diferença.


Segunda-feira de manhã, acordo para trabalhar e em frente a todas as casas vejo um latão de lixo marrom e ao lado uma caixa verde pequena com o símbolo de reciclagem (foto). Nada de sacos pretos gigantes, ruas sujas e fedidas, todas as segundas, quartas e sextas-feiras, como acontece no Brasil.

Toda lata de Coca-Cola que bebo, toda garrafa de Gatorade que as meninas bebem, a embalagem de iogurte, a caixa de papelão... Enfim, toda embalagem tem seu próprio destino. E não é o lixo comum. A coleta de lixo é feita todas as segundas-feiras e essas latas e embalagens são postas na caixa pequena, onde todo o material é separado para reciclagem.Os restos de comida, que normalmente se misturariam com o lixo comum, vão para pia, onde, ao levantar um botão, liga-se o triturador que faz com que os restos se desfaçam, como num passe de mágica, seguindo outro caminho.

Ao ir ao mercado, eu e tantas outras pessoas temos que levar nossas bolsas ecológicas reutilizáveis. Há a opção de sacolas plásticas também, mas quase não se usa, quase não se vê. Algumas pessoas acabam levando muitas de suas compras nas mãos ou levam em suas bolsas "verdes". Caso não possuam, compram-as na hora de passar no caixa, as quais custam poucos centavos de dólar.

No banheiro, tenho duas opções: se jogo o papel no lixo, tenho um recipiente razoavelmente grande e, em sua maioria, sem saco plástico dentro, que é limpo uma vez por semana. Ou posso também jogar o papel no vaso sanitário, o que é mais comum aqui, já que ao dar descarga, sei que esse papel não vai parar nos mares ou na própria Baia de Guanabara.

Se resolvo ligar a TV, vejo duas realidades. Coloco no canal a cabo, 1625 e lá encontro um canal único e exclusivo chamado PLANET GREEN. Dicas, problemas mundiais, soluções... Tudo explicado e acessível a quem tem interesse e pode pagar. Mas por cuidar de duas meninas, Disney Channel é o que mais lhes interessa. Surpreendentemente, ao esperar começar o programa que elas mais gostam, me deparo com uma propaganda dos seus artistas preferidos explicando e mostrando o que as crianças devem fazer com os sacos plásticos e os danos que eles causam no mundo.

Infelizmente, ainda vejo um enorme desperdício de água. Torneiras abertas o tempo todo, sem nenhuma preocupação. A luz é outro fator preocupante. Casas com ar condicionados centrais ligados, dia e noite sem parar, e em sua maioria com o uso de ventiladores também. Máquinas e mais máquinas ligadas para manter a tecnologia e o conforto das pessoas. Mas o pior de tudo é o uso excessivo dos carros. Com ruas, trânsito, paisagens e parques/trilhas perfeitos para uma boa caminhada ou pedalada, as pessoas ainda optam por pegar seu carro até para ir à rua ao lado.

É visto, portanto, que ainda existem muitas coisas a se fazer, mas o que pude perceber mesmo é que em cada detalhe, em cada ação, por menor que seja, as pequenas coisas, realmente, fazem TODA A DIFERENÇA.

Não busco reação. Busco solução.

Bibliografia:

Experiências da minha viagem ao EUA.

Pamela Peixoto

sábado, 19 de junho de 2010

Como ser eco no seu dia-a-dia

Quando se fala em consumir, pensa-se logo em compras. Consumir não é só gastar dinheiro em troca de um bem. Consumir é gastar, destruir, desfazer. O consumo está em todas as nossas ações do dia-a-dia. Consumimos água, eletricidade, combustível, papel, plástico, comida, roupas, etc. O consumo é essencial para que possamos viver. Porém será que estamos consumindo de uma forma inteligente e consciente?

Dependemos da natureza para sobreviver e o consumo do qual nos deparamos hoje, tem grande impacto sobre ela. Utilizamos os recursos naturais como se fossem inesgotáveis. Descartamos nossos lixos como se fossem biodegradáveis. Compramos, compramos e compramos.

É importante que o consumo seja pensado. O consumo consciente é o consumo que leva em conta os impactos provocados por ele. É saber consumir de uma forma positiva, minimizando os impactos negativos.

“O consumidor consciente busca o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal e a sustentabilidade do planeta, lembrando que a sustentabilidade implica em um modelo ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável” (Instituto Akatu – www.akatu.net).

O consumo consciente pode ser dado no dia-a-dia das pessoas, através de pequenas mudanças de hábitos e pequenas ações. Segue abaixo uma lista de ações que podem ser adicionadas no dia-a-dia de cada um e que fazem diferença.

  • Diminuir o tempo no banho
  • Escove os dentes com a torneira fechada
  • Reduza o tempo ao secar o cabelo – deixe-o secar naturalmente por uns 20 minutos antes de usar o secador
  • Lave roupa com água fria – 90% da energia consumida pelas máquinas de lavar é usada para aquecer a água. Além de gastar menos energia, as roupas lavadas com água fria desbotam mais devagar.
  • Use os dois lados do papel – além de reduzir a derrubada de árvores, ajuda a economizar água, uma vez que são necessários 540 litros de água para produzir 1 quilo de papel.
  • Evite produtos que tenham muitas embalagens
  • Separe o lixo para reciclagem
  • Leve sua própria sacola ao fazer compras
  • Coloque as pequenas compras na sua bolsa
  • Beba água filtrada – ao invés de ficar comprando garrafas de água mineral, tenha uma garrafa reutilizável, como as de aço inoxidável.
  • Substitua as lâmpadas incandescentes por uma econômica lâmpada fluorescente compacta
  • Após utilizar o óleo de cozinha não o jogue na pia. Armazene em um recipiente e entregue em algum posto de coleta.
  • Não descarte pilhas e baterias em lixo comum.
  • Pense antes de comprar!!!!!!!!!
Júlia Lourenço Ferreira

MATHESON, Christie. Eco chic - salvando o planeta com estilo. São Paulo. Matrix. 2008.
www.akatu.net

quinta-feira, 10 de junho de 2010

É sério, muito sério!

Está em discussão na Câmara dos deputados, para posterior votação, o novo Código Florestal, ou alteração no Código Florestal Brasileiro.

É um assunto complexo já que envolve ruralistas de um lado, ambientalistas do outro e, entre eles, os deputados, no mínimo desconectados da realidade ambiental, tentando alterar o Código Florestal vigente (o relator das alterações - perdoem- me se não uso os termos jurídicos corretos - chama-se Aldo Rebelo). Ao contrário do que alegam é um código que garante preservação dos biomas nacionais como Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica e vem sendo aperfeiçoado a 60 anos. Negam o aquecimento global argumentando que é uma conspiração dos países ricos contra os países pobres. Querem reduzir APP’s - áreas de proteção permanente, justificando que em países desenvolvidos as porcentagens preservadas são muito menores do que garantem nossas leis. Almejam alterar as reservas legais - RL’s!!

Enquanto isso a sociedade parece não se dar conta do que está em discussão, como sempre, nas questões que envolvem leis e políticos que as elaboram. Em época de Copa do Mundo o noticiário que atinge a maioria da população não inclui na pauta a ênfase que seria necessária ao tema.

Reafirmando: é sério! Muito sério! Mas o assunto está sendo divulgado como se fosse uma questão menor. Assim fica difícil. Resta esperar que os ativistas que se embrenham pelas “matas” de Brasília possam atuar sem repressão no sentido de conseguir que a votação seja favorável à permanência do Código que proteje as florestas, sem as alterações propostas que acabam com o pouco que resta e que disseminam o desmatamento.

Laiz Lourenço Ferreira

imagem: 14841Rodrigo_Baleia_25-08-08_788
BlogBlogs.Com.Br

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Se uma floresta surge de uma semente, por que um movimento não pode começar por um blog?!


“Toda matéria presente na Terra e da qual somos feitos representa somente um sexto das outras formas de matéria existentes no Universo, ou seja, somos apenas uma pequena parte do que conhecemos sobre o Cosmo”

“As condições para emergência da vida dependem das vizinhanças astronômicas da Terra, da situação do Sol dentro da Galáxia e da própria natureza do Universo”

“A água é essencial para a vida que conhecemos”


Afirmações como essas podem parecer não ter muito a ver quando separadas. Mas se juntarmos todas elas em um contexto veremos o quanto uma depende da outra para gerar um sentido.
Dúvidas para muitos, encantamento para outros, o Universo nos traz idéias de como nascemos, de onde viemos e muitas outras coisas... Sempre muito questionado, pouco se sabe sobre esse grande mistério. Estudos mais específicos provam que todos esses corpos Universais, que antes pareciam terem sido “explodidos” aleatoriamente, formam hoje o grande equilíbrio do Universo.
Cada cosmo, cada poeira, cada planeta está exatamente onde deve estar para que ocorra esse equilíbrio. Sabemos que existe uma força gravitacional influenciando cada corpo vagando no espaço, e é claro confirmarmos isso... Basta olhar para Lua, basta olhar para o Sol. Somos todos atraídos por corpos maiores, e assim, são os planetas, luas, estrelas e até mesmo galáxias, que possuem todas, um buraco negro em seu centro. O que antigamente achávamos a pior coisa do Universo, sabemos hoje, é o que nos deixa vivos! E o que isso implica para nós? Fácil: Assim como em grande escala, o Universo depende de cada elemento dele pra continuar sua estabilidade. Nosso planeta também depende de cada ser vivo para se manter vivo e forte.
O Planeta Terra abriga cerca de 6,4 bilhões de pessoas. Esse número é seis vezes maior do que em 1830, época da Revolução Industrial e início do processo de crescimento acentuado da população nas cidades e áreas urbanas. Estima-se que nos próximos 50 anos, esse número aumente para 8,5 e 9 bilhões de habitantes. Se hoje em dia, 800 milhões de pessoas passam fome e 24 mil a cada dia morrem por esse motivo, como será daqui a alguns anos? Sabe-se que o uso de recursos do Planeta já ultrapassou em 20% a capacidade de reposição da biosfera e esse déficit aumenta cerca de 2,5% ao ano. Ou seja, a fonte de todos nossos recursos está desaparecendo e pode-se dizer que até 2030, 70% da biodiversidade poderá ter desaparecido.
O problema é tão grande, que os cenários de escasseamento dos recursos naturais têm gerado discussões sobre o possível surgimento de conflitos e disputas entre países. Será que estamos regredindo? Será que estamos voltando no tempo, onde o homem brigava por cada grão, por cada tempero? Se pararmos pra pensar, isso nunca mudou! Temos o exemplo claro da extração de petróleo, que gera direta e indiretamente muitos conflitos. Está na hora de mudar isso! Está na hora de pensarmos melhor!
A urbanização do Planeta também tem gerado debates e preocupações. É notável que a cada ano que passa, esse problema aumenta cada vez mais. A previsão é de que o número de pessoas em regiões urbanas subirá de 3 bilhões em 2003, para 5 bilhões em 2030. A rapidez do crescimento dessas áreas nas últimas décadas gerou problemas como falta de saneamento apropriado e a ocupação urbana irregular, muitas vezes em locais que deveriam ser preservados, como as zonas costeiras e de mananciais.
Além dos problemas como saneamento e a ocupação irregular, o crescimento populacional em excesso gera um outro agravante muito importante: o consumo exagerado. O Planeta possui em torno de 11,4 bilhões de hectares de terra e mar produtivos, capazes de fornecer sustento para a população mundial. Se divididos pelos 6,5 bilhões de habitantes, deixam uma média de 1,8 hectares por pessoa. Mas a média nos EUA, por exemplo, chega a 9,6 hectares. Se a média de consumo dos países industrializados fosse estendida a todos os habitantes da Terra, seriam necessários mais dois planetas para sustentar todo mundo.
Para reverter o acelerado processo de degradação socioambiental, governos, empresas e cidadãos podem e devem atuar em conjunto. A doação de uma política de consumo responsável pelo poder público, através de compras verdes e racionalização, é um dos maiores propulsores do desenvolvimento de produtos e serviços ambientalmente sustentáveis, graças ao volume de recursos que movimenta. E esse, com certeza, será o futuro para melhorarmos nossa planeta!
Esses são somente alguns problemas que enfrentamos. Infelizmente, a lista não se limita a poucos, e tentaremos falar o máximo possível de todos nesse blog.

Como foi dito no início, todos dependem de um. Um depende de todos!


www.prossiga.br/astronomia
Almanaque Brasil Socioambiental – 2008 – Editora ISA. Capítulo II Ambientes


Eduardo Teixeira